23 de novembro de 2013

Minha História de Amor - Robson e Talita - Final

Hoje vou contar a última parte da minha história de amor. Sim, a minha história é muuuito grande!! Curiosas para saber???
Então, almoçar juntos na faculdade virou parte da nossa rotina (aliás, até hoje é difícil um dia que não almoçamos juntos!), e a cada dia que se passava nossos sentimentos um pelo outro só aumentava. Andávamos juntos sempre, e me lembro de que meus colegas me perguntavam se eu estava namorando. “– Não! É só um amigo!” eu respondia. “ – Mas é com amizade que começa!” Retrucavam minhas colegas. E dentro de mim eu pensava: “Se Deus quiser, um dia ele será meu namorado!”
Os dias se passavam... e a cada dia eu esperava que ele fosse me pedir em namoro. Acho que eu estava ansiosa por esse momento. Eu continuava orando para tudo ser dentro da vontade de Deus. Um dia, depois de almoçarmos, ele me deu um cartãozinho com a seguinte frase: “Olá! Só quero que saiba que eu continuo orando!” e atrás ele escreveu: “Fico feliz em saber que Deus faz maravilhas em nossas vidas, principalmente quando Ele colocou você em minha vida!” Eu, é claro, fiquei toda derretida e muito feliz, pois cada vez mais eu sentia que Deus estava no controle, trabalhando em nossos corações, em nossos sentimentos!
 Então, eu quis retribuir o seu gesto. Comprei um cartão bem bonito (só não lembro o que estava escrito), escrevi algumas coisas e esperei o momento certo para entregar a ele. Passaram-se uns três dias e resolvi entregar o cartão a ele depois do almoço. Sentamos em um lugar mais reservado e eu disse que eu tinha gostado muito do cartãozinho que ele tinha me dado e que eu queria retribuí-lo. Entreguei o cartão e ele o segurou todo sorridente, leu-o, agradeceu-me olhando nos meus olhos e... Adivinhem o que aconteceu?
Sim! Ele me beijou!!! Eu não tenho palavras para expressar a felicidade que eu senti naquele dia \o/ Mas para vocês ficarem cientes, esse foi meu primeiro beijo da vida!! Meu primeiro beijo foi no meu marido! Sinto-me orgulhosa por isso (e ele também... hehe!), pois também era algo que eu almejava que fosse assim!!
Alguns dias se passaram, fui oficialmente pedida em namoro. Ele criou coragem, ligou para o meu pai dizendo que queria conversar. Minha mãe já sabia, pois eu já tinha contado para ela. Então ele foi, conversou numa boa, mesmo com as pernas tremendo como ele disse (hehehe!), e me pediu em namoro aos meus pais. O meu pai, antes de concordar, fez várias perguntas e, depois do Robson responder tudo, ele concordou com o nosso namoro.
Ufa! Agora sim, eu tinha mais paz ainda!! E agora tínhamos mais uma data para comemorarmos (até hoje lembramos dessas datas com carinho a cada mês). Quanto aos pais dele, soube que eles estavam bem felizes também com o nosso namoro. Foi muito bom termos o consentimento dos nossos pais, pois acredito ser isso mais uma prova da vontade de Deus!
Durante o período de namoro, algo que passamos a fazer diariamente depois do almoço era o nosso devocional, pedíamos sempre a Deus para Ele ser o centro do nosso relacionamento. Cada dia nós tínhamos mais certeza de que Deus nos uniu e já pensávamos em casamento. Porém, não queríamos fazer nada apressados, e mesmo porque não tínhamos terminado a faculdade, pois faltavam dois anos para ele terminar e dois anos e meio para mim. Queríamos ter uma estabilidade financeira, e ele, como homem, preocupava-se mais com essa questão.   
Bom, para encurtar a história, no terceiro ano do nosso namoro, ele começou o mestrado lá mesmo, em Manaus, e eu estava terminando a graduação e visava também o mestrado. Foi quando eu me inscrevi no mestrado da UDESC aqui em Florianópolis e, por vontade do nosso Pai Soberano, eu fui classificada, e com bolsa! O Robson me deu o maior apoio para eu vim, e eu é claro, fiquei muito feliz, mas ao mesmo tempo sentia um aperto no coração, porque iríamos ficar dois anos longe.
Então, o casamento que pensávamos para depois da nossa colação de grau, foi adiado para depois do mestrado. Algumas pessoas falavam que não iríamos aguentar ficar longe um do outro, ou que arranjaríamos outra pessoa e blá blá blá... Mas creio que Deus colocou a convicção em nossos corações do compromisso que assumimos um pelo outro e de que Ele tinha um plano em nossas vidas. E assim se passaram cinco anos. Sim, namoramos cinco anos, sendo que dois foi um relacionamento à distância!!
Na metade do meu segundo ano de mestrado, o Robson veio me visitar. Adivinhem o que aconteceu? Em um de nossos passeios, na praia Mole, nós sentamos nas pedras para bater papo e apreciarmos as maravilhas de Deus. Uma paisagem linda!! Então ele disse que tinha uma surpresa para mim. Meu coração começou a bater acelerado, e ele tirou a surpresa do bolso... Era um lindo porta-anel vermelho em formato de rosa! Na mesma hora, eu me derramei em lágrimas de tanta emoção, pois eu não esperava por isso!! E logo ele perguntou: “Quer se casar comigo?” e “É claro que sim!!” Respondi, sem nenhuma dúvida! E assim, marcamos o nosso casamento para outubro de 2010, época que eu já estaria em Manaus novamente.
Porém, “o coração do homem faz planos, mas a resposta certa vem de Deus” (Pv. 16.1). Quase terminando meu mestrado, no final dos cinco anos de namoro, em 2009, meu namorado Robson se inscreveu para o doutorado na UFSC e passou. Então, como ele teria que vir embora para Floripa, decidimos adiantar nosso casamento para janeiro de 2010 e assim eu ficaria direto, sem precisar fazer a mudança para Manaus. 
Em todo esse meio, avisamos os nossos pais e eles mais uma vez consentiram conosco. Marcamos o grande dia para 16 de janeiro de 2010, em Manaus. Não foi fácil conciliar final de mestrado com organização do casório, e ainda mais de longe! Graças a Deus que minha irmã e madrinha  Raquel cuidou disso para mim.
Enfim, o grande dia chegou! Uma emoção, um momento ímpar. Aquele homem que eu pedi a Deus estava ali, no altar, me esperando para diante de Deus e dos homens fazermos os nossos mais sinceros votos matrimoniais!
Quase quatro anos já se passaram, e como passou rápido!! Sempre colocamos Deus no centro do nosso relacionamento. Procuramos resolver qualquer conflito com amor, compreensão e perdão. Já aprendemos bastante a viver como casal, e temos muito ainda a aprender. Nessa jornada, aprendemos a renunciar muitas coisas por amor, pois como diz certo autor: “Nós não casamos para sermos felizes, mas para fazermos o outro feliz!”
Creio que um casamento feliz é aquele que desde antes do namoro foi conduzido e alicerçado em Deus, e hoje posso afirmar isso com toda convicção! 
Essa foi a minha história de amor que compartilhei com vocês! Aliás, ela continua acontecendo..."até que a morte nos separe!!"
Um super obrigada pela atenção!!!
Deus as abençoe!!!
Talita Miranda Cavalcante
Florianópolis/ SC

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