13 de setembro de 2013

Minha história de amor - Kati e Lucas - Parte 1


Olá meninas,
Vou contar a minha história de amor pra vocês e posso garantir que ela é fruto da graça de Deus sobre nossas vidas. Antes de contá-la gostaria de pedir a atenção de todas para dizer confiadamente que sim, VALE A PENA ESPERAR NO SENHOR o tempo certo para ter um relacionamento.
Sou a prova viva desse conceito, e posso dizer que Deus sempre nos surpreende, pois nos dá muito mais do que podemos pedir, pensar ou imaginar.
Bom, vamos lá!!!
Quando tinha 16 anos não tive uma experiência nada boa, naquilo que chamamos de “namoro”. Tomei decisões impensadas e, com certeza, fora da vontade de Deus. Essa etapa não foi nem um pouco agradável em minha vida. Terminei um relacionamento que durou em torno de 4 meses. Pouco tempo, eu sei, mas o suficiente para me afastar do sexo oposto. Após esses acontecimentos, me voltei totalmente a Deus e decidi que nunca mais olharia para nenhum garoto com meus olhos carnais, mas que focaria toda minha energia em fazer a vontade de Deus.
 Então me envolvi cem por cento nos ministérios de minha igreja. Participava do grupo de dança, do grupo de teatro e auxiliava no ministério de crianças e no grupo de jovens. Minha vida era estar na igreja quase o tempo todo. Essa fase foi muito marcante em minha vida, pois tive muitas experiências com Deus, e meu coração encontrava-se totalmente realizado em poder fazer a vontade do Pai.
Então enquanto envolvia minha vida, meu tempo e meus esforços nos ministérios do Senhor, minha igreja foi convidada para participar de um evento para jovens que estava sendo promovido pela Igreja Batista Pioneira de Getúlio Vargas. O nosso ministério de dança foi convidado para fazer uma apresentação no evento. Começamos nossos ensaios e organizamos duas coreografias muito lindas, aqui estão os vídeos delas, para quem quiser olhar:
(Sou a primeira da esquerda para direita, com uma corrente preta no pulso.)
(Neste outro, sou a segunda garota da fila.)
Bom, para podermos nos adaptar melhor com o palco, no dia da apresentação decidimos ir até o local do evento, na parte da tarde, para ensaiar nossa coreografia.  Cheguei antes das minhas amigas e fiquei tomando sorvete no calçadão. Foi aí que passou por mim um rapaz, muito simples, mas seu olhar me chamou muito atenção.
Depois de um tempo, minhas amigas chegaram e então entramos no antigo Cine Teatro Vera Cruz de Getúlio Vargas. Quando coloquei meus pés lá dentro, imaginem quem eu enxerguei!!! Sim, aquele belo rapaz do olhar encantador. Mas nesse momento o que me chamou atenção foi que ele estava, cabisbaixo e humildemente varrendo o Hall de entrada do evento.
Nossa... isso me deixou impressionada! Minha cabeça começou a fazer milhares de perguntas por segundo.
Quem é?
Como é o nome dele?
O que está fazendo aqui?
Porque está varrendo o chão?
Porque não me olha nos olhos? 
Porque não fala comigo?
É de Getúlio, nunca o vi antes?
Vocês sabem bem, como funciona a cabeça de uma garota nessas horas. Mesmo estando confusa, em meio a tantos questionamentos, não falei com o misterioso rapaz, entrei no local do evento, ensaiei - junto com as meninas-  a coreografia e depois fui embora.
Estava ansiosa para que chegasse à noite, e talvez pudesse rever aquele garoto que me chamou tanto a atenção. Chegou o momento do tão esperado evento e fui surpreendida mais uma vez. No início do evento o pastor chamou o líder do grupo de jovens da Igreja Batista, promotora do evento, para dar as boas-vindas ao pessoal. E imaginem só, para minha surpresa, aquele simples rapaz que varria a entrada do local do evento, subiu ao palco com a Bíblia nas mãos.
Meus olhos brilharam de tanto orgulho, pude ver em um simples rapaz o caráter de um servo de Cristo. Ele estava usando um moletom amarelo, eu pensei... “Nossa quanto mal gosto, pois não gosto muito dessa cor”. Entretanto, fiquei encantada com a simplicidade e a responsabilidade de estar à frente de um ministério tão importante.
Depois disso, naquela noite meus olhos passavam o tempo todo procurando o cara do moletom amarelo e, enfim, quando terminou o evento, fiquei na porta de fora esperando minhas amigas e o mesmo tempo de olho para ver se conseguia trocar pelo menos um “oi” com aquele rapaz que me roubou a atenção durante a programação.
Não deu nada certo, ele estava por ali, mas nem sequer veio falar comigo. Fiquei indignada. Havia percebido que ele também estava de olho em mim, mas não tomou nenhuma iniciativa. No final da noite, fui embora, com o coração apertado, pois não sabia se iria revê-lo ou onde poderia encontrá-lo novamente.
Bom pra falar a verdade, não sabia nem quem ele era e a minha curiosidade estava me matando aos poucos. Nem lembro se consegui dormir direito, pois estava muito eufórica.
E aí, o que será que aconteceu?
Aguardem o próximo post.  Abraços, 

Katiúcia L.S. Centenaro
Getúlio Vargas/RS

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