4 de março de 2013

MyJob: Contadora

Olá, Meninas!
Sou Karine Petrikovski. Contadora. 26 anos. Convertida há sete anos e membra da Igreja Batista de Passo Fundo.
É como imensa alegria que compartilho com vocês o meu histórico profissional.




Sempre fui bem na disciplina de Matemática. Tinha muita facilidade com cálculos e números, e o que eu aprendia já aplicava em situações do meu dia a dia:

  • Guardava parte da mesada (que foi de R$ 5,00 ao máximo de R$ 25,00) para investir em tazos, gibis, ursinhos da Parmalat e kinder ovos;
  • Brincava de supermercado com embalagens vazias de comida e remédios, fazendo todo o fechamento do caixa do dia e controle do estoque restante.
  • Por volta dos 9 anos, fazia rabicós de crochês e de retalhos e vendia aos vizinhos e coleguinhas.
Naquele tempo já era dinheiro de verdade. O lucro monetário não era muito alto, mas para minhas necessidades da época estava ótimo, pois varias vezes foi o dobro do valor da mesada, ou seja, 100% de rentabilidade.
O tempo passou e no ensino médio optei por fazer o curso Técnico em Contabilidade e, posteriormente, o curso superior em Ciências Contábeis, pois envolvia números, análises financeiras e cálculos. Neste período descobri que esta área era bem mais ampla do que somar e diminuir. Fui apresentada aos razonetes, balancetes, balanços, planos de contas, débitos e créditos, mercado de capitais, análise de investimentos, auditoria, controladoria, perícia dentre outros.
Profissionalmente, trabalhei em várias áreas como fiscal de caixa em supermercado, como assistente contábil em um escritório de contabilidade e como coordenadora administrativa e financeira em uma entidade. Sempre com números, dinheiro dos outros e análise financeira de empresas. Também participei de concursos e fui chamada para trabalhar como técnica contábil na prefeitura em setembro de 2012, na área de recursos humanos, atuando com cálculo de folha e rescisão dos atuais 3.300 servidores. E, neste mesmo período, trabalhei na igreja na parte administrativa e na tesouraria.
Por meio dessas experiências, percebi ser muito importante o testemunho diário, do cuidado com o bom uso do dinheiro, em uma sociedade que relaciona igreja evangélica com o fato de tirar o dinheiro dos fiéis.  Enfim, o que aprendi é que, seja no mercado de trabalho ou no trabalho na obra do Senhor, existem bons e maus profissionais, os qualificados e os sem a devida qualificação.
Para o profissional qualificado, é um campo promissor, com um leque de opções de áreas de atuação, tanto em empresas privadas como públicas, com muitas vagas a serem preenchidas (muitas mesmo, só esta semana me ligaram pra indicar alguém pra duas vagas de empresas conceituadas e com ótimas remunerações).
E o mais importante é que esta profissão possibilita o cristão a dar um bom testemunho, principalmente no trato com o dinheiro, em uma época onde fraudar e sonegar é algo tido como “normal”.
Honrar a Deus diariamente com suas ações, quando estas são corretas e éticas, é uma demonstração clara de alguém que ama o que faz e, acima de tudo, ama ao Senhor.

Com carinho,
Karine Petrikovski

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