19 de março de 2015

Mocassim, eu quero sim!

 

Até no guarda roupa masculino as mulheres foram se inspirar. Conjuntinhos (dica para uma próxima quinta-féshion), e sapatos masculinos, nas mãos das mulheres viram tendência. Hoje a dica é MOCASSINS, além de seu conforto e praticidade, deixa os pés das mulheres ousadas ainda mais fashion. 
Ele surgiu por volta dos anos 60 e ganhou fama após ser usado por Elvis Presley e Michael Jackson. Até então era um calçado exclusivamente masculino. Porém ele foi relembrado pelas mulheres, que hoje usam e abusam dessa peça vintage, com um estilo mais feminino, moderno e atual.
Além dos mocassins femininos, os oxfords, dos sleepers, também surgiram nesse mix de ousadia boyish para trazer seu estilo esportivo e elegante aos looks ultrafemininos.
Seu estilo retrô deve ser alinhado com acessórios e peças atuais, como jeans e vestidinhos fluidos, para não deixar o look com cara de ultrapassado. Além disso, os modelos estampados pedem um visual mais irreverente. Com ou sem salto, ficam ótimos com saia de cintura alta, bermudas ou shorts e calças skinny. Toda peça feminina é sua aliada! 
Esse tipo de sapato é bem casual, para ser usado no dia a dia e em ocasiões informais. Seu ar esportivo combina com produções descoladas. Entretanto, alguns modelos envernizados e adornados com acessórios metálicos e femininos podem ser usados em looks mais elegantes, como com blazer e calças de alfaiataria. Os mocassins com salto também já foram vistos nos pés das famosas durantes eventos que não exigem tanta formalidade. E você, vai se render ao charme dos mocassins ou continuar nas sapatilhas?





Ana Karla Scheibner
Chapecó/SC

13 de março de 2015

Minha História de Amor - Kaliandra e Luiz Felipe - 2ª Parte

Segundo ele contou no grupo caseiro, o conselho que um tio deu para ele é que ele “antes de se declarar ou considerar uma mulher deveria conhecer a sua família, principalmente sua mãe porque era provavelmente a sua mulher ficaria igual a ela”. Lógico que eu não perdi tempo e minha mãe ser linda também ajudou muito! Mesmo sendo nova no grupo caseiro eu convidei todo mundo pra jantar lá em casa e apresentei toda a minha família! Teste mais fácil do mundo. O único que eu fiz o Felipe passar foi da relação dele com o Theo (meu cachorro) e foi perfeito!
O que dizer? Eu iniciei uma pós-graduação durante esse processo de aproximação com o Felipe e durante minha apresentação em uma das aulas (nome, idade e coisas de praxe) eu comentei que era solteira mas que tinha encontrado na semana passada, meu futuro marido. Todo mundo me olhou como se eu fosse uma louca, mas um mês depois quando começamos a namorar e 11 meses depois disso quando nos casamos todo mundo achou que eu devia ter um manual escondido e ultra secreto, mas na verdade ter a convicção de que o Felipe era mesmo meu futuro marido tem mais a ver com a minha relação com Deus do que propriamente minha relação com o Felipe: Deus nunca foi de dúvidas ou enganos comigo! Eu esperei em Deus, confiando no Seu melhor e de que quando chegasse até mim eu saberia. E foi assim mesmo...
Para alguns, nosso relacionamento foi rápido. Muitos dos nossos amigos e familiares mais próximos acharam que nos casar antes de completar o primeiro ano de namoro era porque eu deveria estar grávida. Passamos muitas lutas, mas nossa convicção sempre esteve em Deus. E sabíamos que se Ele quisesse nosso relacionamento Ele faria a Sua maneira e assim foi! Nosso casamento aconteceu no dia 29 de março de 2014 (não foi no dia que começamos a namorar porque dia 31 era numa segunda) e foi o melhor casamento que eu já participei e olha que eu já fui em muitos!
 A respeito da suposta gravidez, o que dizer meninas? Sete meses depois de casados, chegou uma surpresa: o John John, nosso terceiro cachorro, o border collie mais lindo do mundo com os olhos da cor dos meus kkkk
Neste ano, Deus já trouxe mais novidades: estamos em Santa Cruz do Sul, vivendo um novo tempo, porque Deus é assim. Ele nunca para e nunca deixa de nos surpreender! Deus é bom, em todo o tempo meninas!
Kaliandra T. Mendes Nunes
Passo Fundo/RS


12 de março de 2015

Minha História de Amor - Kaliandra e Luiz Felipe

Muitos vão ler essa história e dizer que eu tive de esperar muiiiitoooo tempo até encontrar o Felipe, mas eu confesso que eu não acho! De verdade! Comecei a namorar meu primeiro, e único namorado, aos 30 anos de idade, e Deus foi perfeito nessa espera! Que, aliás eu não chamo de espera porque aproveitei pra caramba! Servi, viajei, trabalhei bastante, fiquei muito com meus amigos, morei sozinha, aprendi a me virar e vivi intensamente um tempo maravilhoso com o Senhor.
Conheço o Felipe há mais de 10 anos. No meu primeiro dia de trabalho na empresa da tia dele foi o último dia de trabalho dele. E já de cara ganhei um cartão com coração e um “eu te amo Kali” (paguei uma coca cola pro pessoal kkkk). Conheci toda a família (trabalhei com o pai, com a irmã e convivi com todos os Nunes antes de ser uma Nunes...)
Morei três anos em Floripa e foi maravilhoso; quando o Senhor me mandou voltar pra Passo Fundo foi muito difícil, eu não entendi mesmo o porquê! Logo que cheguei em casa, acabei voltando a congregar na Luterana e foi lá que o encontrei novamente. Ele foi me buscar em casa pra irmos juntos ao grupo caseiro (carona oferecida por um amigo). Quando começamos o estudo, percebi que o Felipe tinha um cérebro interessante (hehehe) e sua forma de pensar me atraiu. E continuo tendo o mesmo pensamento até hoje!!
Depois de duas semanas decidi que eu também ia ter que mostrar um lado mais intelectual e convidei ele pra ir em uma palestra na faculdade comigo, e ele foi! Na época ele fazia mestrado na UNISC e estava super cansado, mas foi mesmo assim e a partir dai não nos largamos mais. Mas claro que o Felipe tinha seu teste.
Aí meninas, curiosas?
Então confiram amanhã (isso mesmo: AMANHÃ) a continuação desta super história de amor \o/

Kaliandra T. Mendes Nunes
Passo Fundo/RS


11 de março de 2015

PASSOU NO VESTIBULAR – AGORA VEM O TROTE...



“...tende sal em vós mesmos e a paz uns com os outros” (Mc 9:49)
 A palavra sal traz à nossa memória, logo de cara, os alimentos deliciosos: - um churrasco, o feijão da mamãe - seriam totalmente sem graça sem uma pitada de sal, não é? Por outro lado, quando alguns cozinheiros exageram na dose, a comida fica intragável – além de não fazer bem à saúde. 
A verdade é que o sal precisa ser na medida: - nem mais, nem menos. Agora, como aplicar a recomendação de Jesus expressa no texto acima?
Entendo que esse sal do qual Jesus fala, é a influência que você e eu, como filhas e embaixadoras do Rei, devemos exercer entre as pessoas com as quais convivemos. 
Significa que nosso modo de agir, nossas palavras e opiniões precisam ser relevantes, isto é: - não repetir bobamente o que todo mundo diz ou faz (ou digita no tecladinho).
Tem a ver com nossas palavras e atitudes nos momentos de alegria, mas muito mais quando chegam as horas do aperto. Vimos recentemente as cenas dos atos indesculpáveis nos “trotes” dos calouros. 
Os especialistas da psiquê humana costumam dizer que quando em grupo, costumamos agir no “efeito manada”. É que fica difícil (e perigoso) manifestar-se de modo contrário ao que determinam um ou dois líderes fortes das ações inconsequentes.
As leis proibindo esses trotes insanos estão aí há bastante tempo, mas nunca são cumpridas, pelos motivos que todos conhecem.
O que fazer então? Como deve agir uma(um) jovem cristã(o) (vulnerável e vítima perfeita) quando se depara com uma situação assim? A meu ver, depende de ações preventivas de todas as camadas da sociedade.
Os alunos que já estão no ambiente universitário podem e devem ser sal e luz em reuniões com os organizadores dos trotes (geralmente o DCE). Se unidos, os cristãos podem fazer diferença: – revestidos da couraça da justiça e armadura de Deus podem e devem propor debates, desde o início do ano letivo. 
Para ter acesso à essa liderança pequena (mas violenta) é preciso, antes de tudo, espalhar o bom perfume de Cristo, vendo nesses indivíduos seu coração desprovido de afeto natural, sem Deus e sem paz consigo mesmos. 
Uma atitude de superioridade ou simples crítica somente afasta e inviabiliza qualquer diálogo. Mas é preciso cuidado para que a “luz e o sal” não se percam na escuridão – uma atitude de “orar sem cessar” é indispensável – sem Deus nada podemos fazer.
Não dá para esquecer o exemplo de Jesus em meio às multidões de pecadores - agiu como Filho de Deus, mas nunca se deixou contaminar pelo mal à sua volta.
O papel da Igreja é mais específico – a liderança (pastores, professores universitários, profissionais liberais de destaque na cidade) - pode promover encontros com os universitários em geral – especialmente os líderes estudantis.
Há muito tempo estamos sendo omissos – deixando a coisa acontecer – e os fatos (e crimes) ficam mais aterrorizantes a cada ano.
Então, querida Fémenina: - faça a sua parte e estimule amigos e irmãos a fazer o mesmo, lembrando sempre a ordem de Jesus:
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. (Mateus 5:16)

 Beijão da Vovó Descolada





10 de março de 2015

Depender do Pai..O que ELES pensam?


“Ensina-me, ó Senhor, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim. Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei, e observá- la-ei de todo o meu coração. Faze-me andar na vereda dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer. Inclina o meu coração aos teus testemunhos, e não à cobiça. Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho. Confirma a tua palavra ao teu servo, que é dedicado ao teu temor. Desvia de mim o opróbrio que temo, pois os teus juízos são bons. Eis que tenho desejado os teus preceitos; vivifica-me na tua justiça.” (Salmos 119:33-40).
Que oração íntima essa do salmista. Fala de um desejo a cerca de uma dependência. Que sensação maravilhosa era aquela de no meio da noite quando nos chegavam os maus pensamentos, saber que se esvaiam pelo simples fato de segurar em uma das mãos de um pai sonolento ou repousar debaixo do mesmo cobertor, sentindo o calor do grande corpo protetor. Talvez nos venha a lembrança daquele segurar de mão quando crianças ao atravessar uma rua sem nem sequer saber quantos perigos nos rodeavam, certos de que o melhor momento de iniciar a travessia seria quando fossemos puxados, sem considerar mais nada.
Na fé cristã quanto mais amadurecemos, mais entendemos que precisamos depender.
Agora, até onde devemos nos apoiar nesta dependência cega?
Parece que estou sendo um tanto contraditório, porém perceba que na grande parte do nosso dia nossas decisões são tomadas sem qualquer tipo de consulta a um amigo, um familiar, um conselheiro e quem dirá a Deus. Não estou querendo dizer que isto é bom ou ruim, certo ou errado, pelo menos ainda, estou apenas levantando algumas questões.
Somos acostumados a crer piamente em algo que alguém nos disse apenas por um sentimento de empatia com o emissor da informação ou por pura preguiça de ir atrás da verdade. No texto bíblico citado acima podemos perceber a oração de homem a Deus e tendenciosamente imaginamos que este diálogo parte do presente para o futuro, mas se observarmos os versículos do 26 ao 29, constatamos algo diferente: “Quando contei minha história, tu respondeste e me treinaste bem na tua sabedoria. Ajudaste-me a entender o interior e o exterior, para que eu pudesse ponderar sobre teus milagres. Minha vida está em decadência, como um celeiro desmoronando: restaura-me por meio da tua Palavra.”  O salmista sabia que precisaria depender de Deus para suportar, encarar ou cumprir as decisões que já havia tomado.
Depender de Deus não é se ausentar das culpas por medo das consequências, mas saber reconhecê-las e crer que ainda que doa, algum proveito pedagógico insurgirá e com ele a terra firme.
 Não vamos usar nossa necessidade de dependência para fazer de Deus o pai do pecado. Nós somos responsáveis pelo que fazemos, moralmente responsáveis. Não vamos colocar na conta de Deus o desejo que é apenas nosso de ver coisas “acendendo” por aí, pessoas falando algo de nós para nós mesmos ou até mesmo contrariando a verdade da Palavra sob a pretensão de achá-la obsoleta para os dias de hoje.
Depender não é receber determinação.
Toda relação religiosa que não nos ensine a atravessar a rua é nociva. Esse desejo de ficar sob o cuidado de um guia protetor encontra guarida apenas no seio dos grupos dominadores que se auto estabelecem “braço” para guiar aqueles que se contentam em receber suas determinações. Fuja dos pseudobraços protetores da religião e confie na direção certa do Príncipe da Paz.
Ele não vai pegar nossa mão e nos arrastar pelo caminho que sabe ser o melhor. Ele vem ao nosso encontro e nos conquista para seguirmos pelo Seu Caminho, a jornada é nossa, a responsabilidade é nossa e temos que seguir para diariamente nos parecermos um pouco mais com o mestre amado através do Espírito.
Pense bem, nosso ano não será o da vitória porque está na placa da igreja ou porque alguém disse que será, nem tampouco o da plenitude de Deus ou do que quer que seja. Nossa maior vitória se deu na cruz e nossa plenitude de Deus é Jesus, o Cristo e este crucificado, todo o restante será fruto de dependência e decisão e não de profecia ou pensamento positivo.
Não precisamos clamar por direção toda vez que formos ao McDonalds, vamos escolher nosso lanche em paz, depender do Cristo na vida, sobretudo para atravessar pelas trilhas rochosas das decisões erradas ou desfrutar das bênçãos de uma intimidade com o Pai que nos levam pelos asfaltos de estradas recém construídas.
Raphael Douglas Almeida
Florianópolis/SC