12 de março de 2015

Minha História de Amor - Kaliandra e Luiz Felipe

Muitos vão ler essa história e dizer que eu tive de esperar muiiiitoooo tempo até encontrar o Felipe, mas eu confesso que eu não acho! De verdade! Comecei a namorar meu primeiro, e único namorado, aos 30 anos de idade, e Deus foi perfeito nessa espera! Que, aliás eu não chamo de espera porque aproveitei pra caramba! Servi, viajei, trabalhei bastante, fiquei muito com meus amigos, morei sozinha, aprendi a me virar e vivi intensamente um tempo maravilhoso com o Senhor.
Conheço o Felipe há mais de 10 anos. No meu primeiro dia de trabalho na empresa da tia dele foi o último dia de trabalho dele. E já de cara ganhei um cartão com coração e um “eu te amo Kali” (paguei uma coca cola pro pessoal kkkk). Conheci toda a família (trabalhei com o pai, com a irmã e convivi com todos os Nunes antes de ser uma Nunes...)
Morei três anos em Floripa e foi maravilhoso; quando o Senhor me mandou voltar pra Passo Fundo foi muito difícil, eu não entendi mesmo o porquê! Logo que cheguei em casa, acabei voltando a congregar na Luterana e foi lá que o encontrei novamente. Ele foi me buscar em casa pra irmos juntos ao grupo caseiro (carona oferecida por um amigo). Quando começamos o estudo, percebi que o Felipe tinha um cérebro interessante (hehehe) e sua forma de pensar me atraiu. E continuo tendo o mesmo pensamento até hoje!!
Depois de duas semanas decidi que eu também ia ter que mostrar um lado mais intelectual e convidei ele pra ir em uma palestra na faculdade comigo, e ele foi! Na época ele fazia mestrado na UNISC e estava super cansado, mas foi mesmo assim e a partir dai não nos largamos mais. Mas claro que o Felipe tinha seu teste.
Aí meninas, curiosas?
Então confiram amanhã (isso mesmo: AMANHÃ) a continuação desta super história de amor \o/

Kaliandra T. Mendes Nunes
Passo Fundo/RS


11 de março de 2015

PASSOU NO VESTIBULAR – AGORA VEM O TROTE...



“...tende sal em vós mesmos e a paz uns com os outros” (Mc 9:49)
 A palavra sal traz à nossa memória, logo de cara, os alimentos deliciosos: - um churrasco, o feijão da mamãe - seriam totalmente sem graça sem uma pitada de sal, não é? Por outro lado, quando alguns cozinheiros exageram na dose, a comida fica intragável – além de não fazer bem à saúde. 
A verdade é que o sal precisa ser na medida: - nem mais, nem menos. Agora, como aplicar a recomendação de Jesus expressa no texto acima?
Entendo que esse sal do qual Jesus fala, é a influência que você e eu, como filhas e embaixadoras do Rei, devemos exercer entre as pessoas com as quais convivemos. 
Significa que nosso modo de agir, nossas palavras e opiniões precisam ser relevantes, isto é: - não repetir bobamente o que todo mundo diz ou faz (ou digita no tecladinho).
Tem a ver com nossas palavras e atitudes nos momentos de alegria, mas muito mais quando chegam as horas do aperto. Vimos recentemente as cenas dos atos indesculpáveis nos “trotes” dos calouros. 
Os especialistas da psiquê humana costumam dizer que quando em grupo, costumamos agir no “efeito manada”. É que fica difícil (e perigoso) manifestar-se de modo contrário ao que determinam um ou dois líderes fortes das ações inconsequentes.
As leis proibindo esses trotes insanos estão aí há bastante tempo, mas nunca são cumpridas, pelos motivos que todos conhecem.
O que fazer então? Como deve agir uma(um) jovem cristã(o) (vulnerável e vítima perfeita) quando se depara com uma situação assim? A meu ver, depende de ações preventivas de todas as camadas da sociedade.
Os alunos que já estão no ambiente universitário podem e devem ser sal e luz em reuniões com os organizadores dos trotes (geralmente o DCE). Se unidos, os cristãos podem fazer diferença: – revestidos da couraça da justiça e armadura de Deus podem e devem propor debates, desde o início do ano letivo. 
Para ter acesso à essa liderança pequena (mas violenta) é preciso, antes de tudo, espalhar o bom perfume de Cristo, vendo nesses indivíduos seu coração desprovido de afeto natural, sem Deus e sem paz consigo mesmos. 
Uma atitude de superioridade ou simples crítica somente afasta e inviabiliza qualquer diálogo. Mas é preciso cuidado para que a “luz e o sal” não se percam na escuridão – uma atitude de “orar sem cessar” é indispensável – sem Deus nada podemos fazer.
Não dá para esquecer o exemplo de Jesus em meio às multidões de pecadores - agiu como Filho de Deus, mas nunca se deixou contaminar pelo mal à sua volta.
O papel da Igreja é mais específico – a liderança (pastores, professores universitários, profissionais liberais de destaque na cidade) - pode promover encontros com os universitários em geral – especialmente os líderes estudantis.
Há muito tempo estamos sendo omissos – deixando a coisa acontecer – e os fatos (e crimes) ficam mais aterrorizantes a cada ano.
Então, querida Fémenina: - faça a sua parte e estimule amigos e irmãos a fazer o mesmo, lembrando sempre a ordem de Jesus:
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. (Mateus 5:16)

 Beijão da Vovó Descolada





10 de março de 2015

Depender do Pai..O que ELES pensam?


“Ensina-me, ó Senhor, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim. Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei, e observá- la-ei de todo o meu coração. Faze-me andar na vereda dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer. Inclina o meu coração aos teus testemunhos, e não à cobiça. Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho. Confirma a tua palavra ao teu servo, que é dedicado ao teu temor. Desvia de mim o opróbrio que temo, pois os teus juízos são bons. Eis que tenho desejado os teus preceitos; vivifica-me na tua justiça.” (Salmos 119:33-40).
Que oração íntima essa do salmista. Fala de um desejo a cerca de uma dependência. Que sensação maravilhosa era aquela de no meio da noite quando nos chegavam os maus pensamentos, saber que se esvaiam pelo simples fato de segurar em uma das mãos de um pai sonolento ou repousar debaixo do mesmo cobertor, sentindo o calor do grande corpo protetor. Talvez nos venha a lembrança daquele segurar de mão quando crianças ao atravessar uma rua sem nem sequer saber quantos perigos nos rodeavam, certos de que o melhor momento de iniciar a travessia seria quando fossemos puxados, sem considerar mais nada.
Na fé cristã quanto mais amadurecemos, mais entendemos que precisamos depender.
Agora, até onde devemos nos apoiar nesta dependência cega?
Parece que estou sendo um tanto contraditório, porém perceba que na grande parte do nosso dia nossas decisões são tomadas sem qualquer tipo de consulta a um amigo, um familiar, um conselheiro e quem dirá a Deus. Não estou querendo dizer que isto é bom ou ruim, certo ou errado, pelo menos ainda, estou apenas levantando algumas questões.
Somos acostumados a crer piamente em algo que alguém nos disse apenas por um sentimento de empatia com o emissor da informação ou por pura preguiça de ir atrás da verdade. No texto bíblico citado acima podemos perceber a oração de homem a Deus e tendenciosamente imaginamos que este diálogo parte do presente para o futuro, mas se observarmos os versículos do 26 ao 29, constatamos algo diferente: “Quando contei minha história, tu respondeste e me treinaste bem na tua sabedoria. Ajudaste-me a entender o interior e o exterior, para que eu pudesse ponderar sobre teus milagres. Minha vida está em decadência, como um celeiro desmoronando: restaura-me por meio da tua Palavra.”  O salmista sabia que precisaria depender de Deus para suportar, encarar ou cumprir as decisões que já havia tomado.
Depender de Deus não é se ausentar das culpas por medo das consequências, mas saber reconhecê-las e crer que ainda que doa, algum proveito pedagógico insurgirá e com ele a terra firme.
 Não vamos usar nossa necessidade de dependência para fazer de Deus o pai do pecado. Nós somos responsáveis pelo que fazemos, moralmente responsáveis. Não vamos colocar na conta de Deus o desejo que é apenas nosso de ver coisas “acendendo” por aí, pessoas falando algo de nós para nós mesmos ou até mesmo contrariando a verdade da Palavra sob a pretensão de achá-la obsoleta para os dias de hoje.
Depender não é receber determinação.
Toda relação religiosa que não nos ensine a atravessar a rua é nociva. Esse desejo de ficar sob o cuidado de um guia protetor encontra guarida apenas no seio dos grupos dominadores que se auto estabelecem “braço” para guiar aqueles que se contentam em receber suas determinações. Fuja dos pseudobraços protetores da religião e confie na direção certa do Príncipe da Paz.
Ele não vai pegar nossa mão e nos arrastar pelo caminho que sabe ser o melhor. Ele vem ao nosso encontro e nos conquista para seguirmos pelo Seu Caminho, a jornada é nossa, a responsabilidade é nossa e temos que seguir para diariamente nos parecermos um pouco mais com o mestre amado através do Espírito.
Pense bem, nosso ano não será o da vitória porque está na placa da igreja ou porque alguém disse que será, nem tampouco o da plenitude de Deus ou do que quer que seja. Nossa maior vitória se deu na cruz e nossa plenitude de Deus é Jesus, o Cristo e este crucificado, todo o restante será fruto de dependência e decisão e não de profecia ou pensamento positivo.
Não precisamos clamar por direção toda vez que formos ao McDonalds, vamos escolher nosso lanche em paz, depender do Cristo na vida, sobretudo para atravessar pelas trilhas rochosas das decisões erradas ou desfrutar das bênçãos de uma intimidade com o Pai que nos levam pelos asfaltos de estradas recém construídas.
Raphael Douglas Almeida
Florianópolis/SC

6 de março de 2015

Minha História de Amor - Mariane e Cristián - Segunda parte



Minha história começa com um 2011 cheio de dificuldades para participar do Joven en Mision del CIEMAL da Igreja Metodista. Minha universidade estava em greve há 6 meses, os quais seriam recuperados entre os meses de novembro e fevereiro de 2012, me impedindo de participar de um encontro de jovens em La Serena e posteriormente, do CIEMAL. Estava indeciso, já que corria riscos de perder o curso. Assim, tomei uma decisão: fui e estando no encontro em La Serena enviava relatórios para minhas notas finais. Graças a Deus fui bem e passei em todas as disciplinas. 
Chegando em Iquique as expectativas eram enormes: Como seria tudo? Como seria compartilhar com pessoas de outros países? Era minha primeira experiência nessa atividade. No culto de abertura estive ajudando com a música e também foi o momento de apresentação das delegações que estavam participando do encontro. Quando o Brasil se apresentou aí estava ela: "mi cosita" (que até, neste momento, não pude entender nem seu nome :D). Estavam se apresentando e chegou a vez da Mari. Não se entendeu nada! Nesse momento somente a conheci, logo mais, neste mesmo dia, à noite nos reunimos para "conversar" (bom, eu não falei nada. :D ). Estava com Diego, Cata, Mari, Fabrício e eu. Aí, Cata era a tradutora. Foi uma boa noite de coversa e risadas.
Nos dias seguintes de capacitação fui compartilhando e entendendo o que falavam. :D Durante as noites, nos momentos de cultos eu me aproximava dela sempre com Diego para poder conversar, já que sozinho não me atrevia a conversar. No último dia de capacitação e culto de envio para sair a trabalhar pelos bairros, houve um momento íntimo com Deus, um momento de adoração com louvores. Eu estava ajudando na música e com os olhos fechados meditando tudo o que Deus havia feito, estava fazendo e ainda faria na minha vida. De repente, senti de abrir os olhos. Nesse momento vejo a Mari adorando a Deus e digo intimamente a Ele: "Senhor eu quero essa pessoa para minha vida." Isso aconteceu pela forma que ela tem de adorar a Deus. Foi um sentir que sem pensar Ele já teria tudo preparado.
No dia seguinte foi estranho, já que durante a manhã nos encontramos várias vezes sem sentido (obvio, para nós não tinha sentido, mas Deus já havia previsto tudo). Durante a volta das atividades nos bairros, o único que queria era saber da Mari. Mas não me atrevia a falar com ela. Ia quando estava com alguém. :P. O melhor dia foi o de turismo onde pudemos compartilhar mais, fazer fotos, rir e trocar frases e significados de palavras por causa dos idiomas. Por exemplo, a palavra demasiado, que segundo eu e minha explicação, demasiado é muito mais que muito. Pouco a pouco comecei a me sentir bem conversando com ela. Amigável, boa para conversar e, sobretudo o melhor que amava a Deus por sobre todas as coisas. Uma boa candidata dizia eu aos meus pensamentos.
Logo depois dessa tarde agradável e cheia de bons momentos, chegou o término do encontro. A última atividade era que cada país deveria apresentar sua comida, danças e uma pequena descrição da cultura. Foi super divertido, obvio porque comemos de tudo um pouco de diferentes sabores. :D Logo que tudo acabou como um presente para que lembrasse dos bons momentos no CIEMAL, dei de presente para Mari uma camiseta de "Brilla" (Brilha!), que era a palavra tema do encontro de jovens em La Serena. O lado ruim é que não pude lavar a camiseta, mas lógico que não estava fedorenta. :D Ela me deu de presente uma camiseta do Brasil e uma carta que não entendi nada, busquei ajuda do google tradutor para compreender. Como a Mari era a primeira da sua delegação a ir embora, me ofereci como um bom cavalheiro para levá-la até o táxi. Tive toda a intenção de levá-la até o aeroporto mas não foi possível. :(. Peguei sua pequena mala (ironicamente, porque era grande e pesada :D), a acompanhei até o táxi e nos despedimos com um primeiro abraço. Porque destaco primeiro abraço? Porque foram dois! O primeiro foi de bons desejos e do maravilhoso que tinha sido ter nos conhecido e compartilhar aquele dias juntos a Deus. Mas o segundo foi estranho. Logo que nos separamos do primeiro abraço algo como um imã fez nos abraçar novamente. Mas este segundo abraço tinha algo diferente. Senti algo estranho no meu coração, diferente, mas ao mesmo tempo muito grato disse a Deus "Será este o sinal?"
Logo que nos despedimos fiquei com essa sensação estranha. Ao passar das horas, como às 5 horas da manhã, mandei uma mensagem para Mari comentando todo o vivido e o que mais havia gostado quando a conheci e de como havia gostado de compartilhar de bons momentos com ela. Mas comentei o que mais gostei nela, que era a forma como ela adorava a Deus. Depois de tudo falamos varias vezes e compartilhamos um com o outros essa experiencia diferente que tivemos ao nos abraçarmos na despedida do CIEMAL. Concordamos em uma coisa: que teriamos que buscar a Deus para encontrar Seu respaldo e confirmação de tudo o que estávamos sentindo. Ambos não haviamos saido bem de nossos antigos relacionamentos e merecíamos algo onde Deus fosse esse terceiro cordão para fortalecer um relacionamento. Assim fizemos. Começamos a orar nessa direção, de que nossa relação tivesse um propósito na Obra de Deus. A primeira confrmação de que Deus estava respaldando este sentimento, foi minha participação no Encontrão de Jovens Metodistas do Brasil, no Rio de Janeiro, onde pedi a Mari em namoro.

Cristián Parra




5 de março de 2015

Óculos de Sol

Oi meninas! Tudo certo?
Essa semana vamos falar sobre óculos de sol. Você já deve ter visto por aí uma onda gigante de óculos de diversos modelos... O que mais tem chamado à atenção das meninas são os óculos espelhados. E qual faz o seu estilo? Vem conferir! 
Que o óculos de sol não sai da moda é fato. Mas nesse verão as marcas se superaram! Tem uma porção de modelos incríveis e super estilosos espalhados por aí. A ideia nesse verão foi resgatar a beleza do antigo. Se formos analisar os modelos, dá pra ver que o estilo Vintage sobressai muito, só que customizados de uma forma bem moderna. Eles dão charme ao look, e protegem os nossos olhos. Bem, convenhamos: É sempre bom ter um óculos de sol né? (ou vários hahaha).
Na hora de escolher seus óculos, pode ser interessante saber qual óculos é melhor para o seu tipo de rosto, se você não sabe ainda, pode dar uma conferidinha na imagem abaixo: 
Sem dúvida, os óculos dão um charme especial no look, sem falar que combina com tudo! Fica até difícil escolher um só com tantos modelos.. 
 
Então... é isso meninas! Espero que gostem do post! Fiquem com Deus! Beijocasss

Bruna Hepfner
Passo Fundo/RS