10 de abril de 2015

Minha História de Amor - Josieli e Vinicius Frohlich


Bom vou falar um pouco sobre minha história de amor.
A minha história de amor inicia-se a partir do momento que recebo uma solicitação de amizade de um gaúcho de Santa Cruz-RS no início 2008. Posteriormente ao inicio da amizade, começamos a nos comunicar com bastante frequência pelas redes sócias até nos tornarmos amigos próximos. Amigos que, apesar da distância nunca deixaram de manter o contato.
Com o passar do tempo percebemos que essa amizade mútua tornou-se um lindo amor. Bom, percebi que ele era uma pessoa que se dedicava muito em tudo que fazia e até hoje ele é assim. Ele tinha recém tinha ano e meio de conversão, o tempo foi passando e em seis meses de conversa ele então veio a Mato Grosso me conhecer pessoalmente.
Aquele amor foi crescendo a cada dia, eu sei que se não fosse o amor de Deus e a vontade dele nas nossas vidas seria muito difícil dar certo pela distância. Deus cuidou de cada detalhe e foi então que decidimos casar, isso tudo em um ano. Para grande maioria das pessoas era: “nossa que loucura“ mas, eu também posso dizer que quando você está sobre a proteção de Deus e permanece em sua vontade, Ele o abençoa grandemente e as coisas fluem de forma incrível.
Sobre a graça de Deus, no término do ano de 2008, eu e o Vinicius conseguimos tornar real o nosso projeto de viver os laços matrimonias oriundos de um desejo intrínseco de cada um. Após dois anos de casados, Vini teve uma resposta de Deus sobre seu desejo de servir na obra do pai, foi então que resolvemos ir para o Seminário Batista de Ijuí, onde moramos por um período de quatro anos, referente a formação acadêmica. Neste tempo nesta cidade, usamos de nossas aptidões e talentos para fazer a boa obra na igreja e foi um tempo de grande crescimento e fortalecimento como casal. Hoje estamos na PIB de Santa Maria, Vini já formado, atuando como pastor de Jovens. Esse ano completamos sete anos de casados com muito amor e companheirismo e sim vivendo os planos de DEUS nas nossas vidas.
Josieli e Vinicius Frohlich
Santa Maria/RS





9 de abril de 2015

Outono/Inverno 2015 de SPFW para você!!!

Outono/Inverno 2015 de SPFW para você!!!
DUAS Dicas imperdíveis:
1ª – Cintura marcada
Diferentemente do ano passado, esse ano a cintura marcada vem com tudo, realçando umas das coisas que a mulher tem de mais delicado e feminino - a cintura. NÃO se preocupe, se você for como eu (reta, ou com pouca cintura) a dica vem exatamente para você! Escolha peças que vai te dar uma cintura aparente, e não as que te deixarão ainda mais reta. Saias, vestidos, casacos e até coletes podem ser complementados por cintos de couro ou faixas de tecido, deixando a cintura super marcada e quebrando a seriedade dos looks.
Então, mesmo que for utilizar cardigã utilize um cintinho na cintura por cima de todo o look , por exemplo. ;)
SUPER DICA: cintos largos ‘aumentam’, cintos finos ‘diminuem’.  Agora faça sua escolha adequada.




2ª Saia comprimento Mídi
Não é comum vermos meninas/mulheres usando saias ou vestidos nesse comprimento. A maior dificuldade segundo elas é a de ‘como utilizar essa dica e agora super tendência?’. Por isso o nosso blog está aqui, para ajudá-la a ficar cada vez mais linda no seu estilo comportada e sentindo-se bem.  O comprimento pode variar um pouco. Você deve escolher de acordo com o qual fica melhor em você, a dica é:
Para as baixinhas (meu caso) um pouco abaixo do joelho.
Para as mais altas: um pouco para cima do calcanhar.


Espero que tenham curtido muito, fiz com carinho =* Beijo meninas.
Ana Karla Scheibner
Chapecó/SC

7 de abril de 2015

A oração do “Pai Nosso”


A oração do Deus pai
É nessa oração que aprendemos com Jesus, que Deus deseja se relacionar conosco de forma mais íntima, mais sincera e mais pessoal. É nela que vemos que em Cristo podemos nos achegar a Deus como um filho a um Pai. Nessa oração, Jesus me ensina que com Deus eu falo como falo com meu pai, não como quem manda, mas como quem sabe que o pai o ama, sabe o que é melhor para mim, e mesmo que custe uma infelicidade momentânea, olha sempre além daquilo que desejo, e realiza o que for para o meu bem. Deus sai do lugar de fornecedor dos seus desejos para o lugar de Pai que você deve amar.
A oração sem egoísmos
É na oração do Pai Nosso onde Jesus me ensina que com Deus, não se relaciona meu egoísmo, minhas vontades e meus desejos. Trata-se de uma relação plural. Apesar de estar sozinho, no quarto de oração, não tendo ninguém além de Deus com você, sua conversa é plural, você fala com Deus como quem sabe que tem muitos irmãos. Como quem sabe que a maior das batalhas que terá de enfrentar durante a caminhada de fé e peregrinação espiritual é o de negar-se a si mesmo e olhar para o de fora, para além de si. Sabe que sua maior luta é contra suas vontades, tentações e desejos.
A oração do Reino
É na oração do Pai-Nosso, mais do que em qualquer outra, que nós aprendemos grandes coisas sobre Deus. A primeira é a existência real de uma forma de viver onde Deus é uma realidade concreta e os seus preceitos não são tidos como loucura, filosofia vã, altruísmo ou idiotice, mas todos os habitantes desse reino são inspirados e levados a experimentarem mais dEle e de seu amor na prática dessa realidade, nessa forma de viver e pensar na vida. Isso é o reino de Deus. O Pai-Nosso é pra gente teimosa que ainda insiste em acreditar que Deus deseja restaurar a humanidade.
A oração para abrir mão
Não tem mais essa do que eu penso, quero, faço, sonho e pronto. No Pai-Nosso, o que conta é a vontade de Deus. E se for pra Ele realizar mesmo a vontade Dele, muita coisa teria de ser diferente. Muita coisa ia ter de mudar na nossa vida.
A oração do compromisso
No trecho do “pão nosso”, pense que: pão nosso é fome, pão nosso é carência, pão nosso é necessidade, pão nosso é problema. Ainda, pão nosso é dependência diária. É fé na provisão de Deus também, e a pessoa “gramatical” da oração é a primeira, só que do plural. O outro come comigo, sua necessidade é minha também; seu problema também é meu; sua carência é minha responsabilidade; sua fome é minha fome. Vai por mim, orar o Pai-Nosso sabendo do que o pão nosso pode implicar é desconfortante e pode te fazer pensar em muita coisa.
A oração do perdão
Não se trata de opção, mas de condição. Causa e consequência. Perdão me traz perdão, não perdão me traz não perdão. Simples. Você terá de abandonar seu hábito de fofoca, seu rancor, sua amargura. Terá de aprender a olhar para o outro, mergulhado, encharcado no sangue de Jesus. Ainda terá de ver entre o erro dele que te gerou feridas e grandes angústias, pela ótica da cruz. Compensa mesmo carregar essa angústia e ressentimento sabendo que o preço disso foi consumado no madeiro? Na verdade, você terá de aprender a olhar para o outro, disposto a amá-lo novamente, como Deus faz contigo.
A oração contra o pecado

Aqui quero deixar claro que você é pecado. A queda de Adão grita através de você. Mas a condição de depravação total que você se encontra não é motivo para uma vida desgraçada que te conforta quando as verdades da palavra não são respeitadas. Cristo te ensina nessa oração: lute contra a tua vontade de fazer aquilo que já te foi ensinado pelo Pai, em obra do Espírito Santo, que não é da vontade dEle que você faça.

Raphael Douglas Almeida
Florianópolis/SC

2 de abril de 2015

Lenço, Echarpe ou Cachecol: Qual a diferença?

Olá Meninas!!! Tudo bem?
Eu sempre ficava em dúvida sobre a diferença do lenço, echarpe e o cachecol, entre outros... E tenho certeza que várias de vocês também! Por este motivo, hoje vou falar um pouco da diferença deles, o modo de usar e com o que usar. Todos são bem semelhantes, mas o que os diferencia são: tamanhos, texturas e tecidos. Eles podem ser usados com qualquer roupa, desde que não misture muitas estampas. O lenço e a echarpe são usados tanto no inverno como no verão, sendo mais comum no inverno, é claro.   Então, pra quem quer entender melhor a diferença entre eles e como usá-los, aí estão algumas dicas:
Lenço: Os lenços costumam ser peças de formato quadrado, de diversos tamanhos e feitas sempre em tecidos leves como seda, algodão ou cetim. É indicado para dias com temperaturas amenas, e por ser versátil, pode ser usado não somente no pescoço, mas também na cabeça. Há ainda quem goste de amarrar a peça na lateral da bolsa para dar um charminho extra à produção.


Cachecol: Indicado para dias realmente frios, os cachecois costumam ser feitos de tecidos pesados como lã ou então de tricô ou crochê. Normalmente são compridos, estreitos e dão um efeito bem volumoso (já que a intenção é realmente proteger a garganta).

Echarpe: É uma faixa de tecido retangular, bem larga e comprida. As echarpes costumam ser feita de materiais mais leves como algodão, voile ou chifon e, a maioria (assim como o cachecol) ainda possui acabamento de franjinhas. Pode ser usada ao redor do pescoço e também sobre os ombros. É uma peça estilosa, que dependendo do modelo, combina até com eventos formais, podendo ser combinada com vestidos e blazers. Assim como o lenço, é indicada para dias com temperaturas mais amenas.

Cores e estampas: Na hora de escolher cores e estampas dessas peças, que ficarão próximas do rosto, é importante prestar atenção no tom de pele e formato de rosto, mulheres com tonalidade de pele quente, por exemplo, ao optarem por cores mais fortes realçarão naturalmente a sua cor. Relacionar o formato do rosto com o formato das estampas também é importante: mulheres de rosto quadrado realçarão a característica com estampas geométricas. Para suavizar, recomenda-se a procura por peças lisas.

Proporção: A estatura, proporções do corpo e tamanho do pescoço também podem fazer diferença na hora de usar e harmonizar a peça. Mulheres que possuem pescoço curto, por exemplo, para não darem a impressão de uma cabeça quase colada ao corpo, devem optar por modelos que não possuam tecido muito volumoso, deixando à mostra um pouco de pele. Para quem tem estatura média ou baixa, recomenda-se atenção às pontas do lenço: Pontas no mesmo alinhamento criam um efeito que diminui, achata a silhueta. Para alongar, é interessante deixar as pontas desiguais.

Estilo: Os lenços, e echarpes permitem opções de estilo diversas na continuação do visual: usar no pescoço, na bolsa, no cabelo, na cintura… Tudo depende da personalidade e do estilo individual de cada uma. Os turbantes e amarrações na cabeça, por exemplo, combinam com mulheres de estilo dramático e criativo, enquanto echarpes de tecidos mais nobres e cores neutras complementam o estilo da mulher mais clássica.
Não importa a estação ou ocasião, é sempre bom incrementar o visual de forma prática e criativa, e sem dúvidas um acessório pode fazer toda diferença, quando usado da maneira certa! Bem como se diz: ‘’pequenos detalhes, grandes diferenças’’.  Enfim, vamos aproveitar que o outono está só começando e buscar algumas opções que combinem com o estilo de cada uma, tenho certeza que o resultado será incrível, amarrem-se nessa ideia!

Michelly Muller
Frederico Westphalen/RS




30 de março de 2015

Testei e aprovei (make up)

Produtinhos de limpeza que estou usando (e amando!):

1. Demaquilante bifásico Deep Clean Neutrogena - funciona muito bem pra tirar maquiagem;

2. Shampoo Johnson's Baby - pra lavar os olhos, recomendação de oftalmologista;

3. Sabonete facial Deep Clean Neutrogena Grapefruit - limpa direitinho sem ser agressivo, o cheirinho é muito bom;

4. Esfoliante Dermotivin Scrub - as esferas são bem pequenas, o que dá sensação de melhor limpeza dos poros;

5. Mousse de limpeza Nivea - uso quando não preciso de limpeza profunda, por exemplo de manhã ao acordar, gosto bastante porque é suave;

6. Tônico adstringente Soft Face, linha Capricho do Boticário - não irrita minha pele, o cheiro é bom e ajuda na limpeza.
Ana Carla Landrino
Panambi/RS



27 de março de 2015

Minha História de Amor - Juliana e Olavo


Sou a Juliana, casada com Olavo há 10 anos. E ao contrário de muitos casais, não gostamos um do outro no primeiro momento. Foi uma certa “antipatia à primeira vista”.
Na época, em setembro de 2002, eu era aluna da Faculdade Pioneira em Ijuí e ele do Seminário Batista do RS em POA. Éramos Conselheiros de Embaixadores do Rei. Nos vimos pela primeira vez em uma reunião de projeção do Acampamento Estadual em Cachoeira do Sul.
Ao chegar na reunião, sendo a única mulher, ele achou que eu estivesse acompanhando o meu esposo, porque, segundo o que imperava, a Organização era coisa para Meninos. E para ajudar, dois Embaixadores, achando a situação inusitada, não saiam da minha volta querendo saber tudo sobre uma mulher ocupar o cargo de Conselheira. E ele achou que os dois fossem meus filhos. Assim, por questão de respeito, cumprimentou a todos, menos a mim. Achei um verdadeiro desrespeito, afinal, o que nos diferenciava era apenas o gênero. Pensei que talvez estivesse menosprezando o fato de ocuparmos o mesmo posto.
Pré-julgamentos a parte, com o início da reunião e a apresentação dos Conselheiros, ele descobriu que eu era solteira, não tinha filhos, e, como atleta de futsal na época, estava preparando a organização para as atividades esportivas do acampamento que estávamos organizando.
Alguns suspiros depois, tomou coragem e veio conversar comigo. Trocamos meia dúzia de palavras, tiramos foto oficial com todos os Conselheiros e voltamos cada um para sua cidade.
Em novembro daquele ano, no Acampamento Estadual dos Embaixadores do Rei, mesmo em meio a tantas atividades, ele veio logo querendo saber tudo sobre mim. Passei por uma sabatina.
Me senti assustada, estava sentindo algo tão forte e repentino por alguém que estava vendo pela segunda vez. Então orei a Deus e disse que manteria meu propósito de namorar apenas aquele que fosse meu esposo e que, se de alguma forma, Ele tivesse um plano especial para os dois e definitivo (ou seja, para a vida toda), eu ouviria dele naquele momento em que conversávamos.
Descobrimos muitas coisas em comum, objetivos parecidos, sonhos, projetos... e ao final daquele acampamento eu ouvi: quero casar contigo! Levei um susto pela precocidade da afirmação, mas concordei que orássemos a respeito. Foram dois meses distantes.
Em Janeiro de 2003, entre muitos convites para estágio de férias, acabei indo para um Mutirão Missionário na Cohab em Guaíba. Ao chegar na pequena Congregação, a primeira pessoa com a qual me deparei: Olavo. Ele ficou tão nervoso que nem me cumprimentou, levantou-se e abriu a geladeira para fazer qualquer coisa que amenizasse a euforia do momento e, acreditem, arrancou a porta do eletrodoméstico. Todo mundo notou que “the love is in te air”.
Passada a gafe do momento, pudemos trabalhar juntos e ver o quanto amávamos o ministério e a possibilidade de levar significado à vida das pessoas através de Jesus Cristo.
Foi então que, sob a bênção do Pastor Ricardo Rabenhorst, que coordenava o projeto, iniciamos o namoro em 08 de janeiro de 2003. Depois do Projeto, novamente, cada um voltou para a sua cidade. Éramos, agora, namorados à distância.
Nos vimos apenas uma vez no intervalo de 6 meses e quase declaramos falência depois de recebermos as contas telefônicas.
No entanto, nossos corações zelavam pela vontade de Deus e nossa preocupação era saber se estávamos conduzindo as coisas de maneira correta. Olavo tinha a convicção de que deveria permanecer em POA e orava a Deus para que Ele desse uma prova definitiva da Sua aprovação em relação ao nosso namoro. E eu, em Ijuí, fazia o mesmo.
Como resposta, eu recebi um convite da Igreja Batista Central em POA para trabalhar com crianças. E assim, em 07 de Julho de 2003, Deus me trouxe para perto de Olavo comprovando, mais uma vez, que Ele estava à frente, regendo tudo.
Em 23 de setembro do mesmo ano, a doce surpresa: o anel de noivado como presente de aniversário. Foi uma estratégia inteligente. Afinal, presente é para ser aceito, e, eu disse SIM.
Casamos em 26 de fevereiro de 2005, na mesma Igreja onde Olavo é pastor há 9 anos, a nossa amada Igreja Batista Cristal.
Se tivemos dúvidas? Tivemos. Problemas? Também. Mas resolvemos encarar todas as diferenças e dificuldades que porventura aparecessem e permanecemos juntos, há 10 anos.
Aliás, foram justamente as diferenças que contribuíram para o nosso amadurecimento como casal. Imaginem duas pessoas com personalidades opostas, éramos nós.
Vocês meninas, imaginem ser acordada às 5 h da manhã, com uma bandeja de café, ao som de hinos do Cantor Cristão totalmente desafinados, com a expressão: “- Olha o que eu preparei para que o teu dia comece maravilhoso!”. Primeiro, não tinha nem amanhecido. Segundo, eu nem queria café e terceiro, melhor nem comentar, rsrsrssr.
Agora imaginem alguém extremamente sistêmica, com mania de organizar tudo por tamanho ou cor. Tadinho do meu marido. Essa era eu.
Na época não foi nada fácil, mas hoje lembramos com carinho e rimos muito sempre que falamos a respeito. Lutamos, vencemos, mudamos e permanecemos.
Por uma questão patológica não podemos ter filhos. Se o Senhor nos dará filhos, biológicos ou não, não sabemos. Até agora ouvimos NÃO. Desta forma, eu pude aprender o verdadeiro e profundo significado de amar sem esperar nada em troca.
Assim, eu amo o Olavo, em dobro.
Juliana e Olavo Vigil
Pastor em Igreja Batista Cristal em Porto Alegre





26 de março de 2015

Boho

Oi meninas! Tudo bem com vocês?
Bom, essa semana vamos falar sobre um estilo que tem conquistado muuuitas garotas: o BOHO! 

O significado da palavra Boho vem de “Bohemian”, movimento francês do século 20 que unia um grupo de intelectuais que acreditavam na junção entre moda e arte. O estilo tomou mais força quando foi adotado pelos londrinos e novaiorquinos por volta dos anos 60, mas que ganhou bastante destaque nos anos de 2000.
O Boho é na verdade, uma junção de vários estilos. Junta-se por exemplo, o Vintage, o romântico, hippie, étnico, punk.. E aí, surge um look super descolado e estiloso que é super a favor do conforto.

O que caracteriza bastante são os tecidos fluídos, saias longas, calças largas (ou não), túnicas, shorts com cintura alta, cintos, colares compridos, anéis, bolsas de franja, botas (sendo elas de cowboy ou não), rasteirinhas, entre outras coisas. Como falei antes, é uma mistura de vários estilos. Uma coisa bacana e bem característico desse estilo é que os são looks confortáveis e despojados. O legal é caprichar nos acessórios, como um cinto “chic” ou um mais simples, só precisamos tomar cuidado na hora de harmonizar as peças, carregar o look com muita informação não fica legal.
Dicas rápidas para compor um look boho:
  • Estampas étnicas
  • Botas cowboy
  • Acessórios com franjas
  • Anéis
  • Colares compridos
  • Chapéus
  • Cintos
  • Lenços

     Aí vão algumas fotinhos pra você se inspirar! J



É isso girls! Espero que vocês tenham gostado do post, e lembrem sempre: O legal da moda é sentir-se bem com algo que te deixa bem! Um super beijo e até semana que vem!

Bruna Hepfner
Passo Fundo/RS